quarta-feira, 25 de abril de 2012

Novos trabalhos

O Peso das Coisas, 2012. Gesso e porcelana, 15,5x11x18cm. Georgemóvel, 2012. Gesso e plástico, 24x18x17cm. O Peso das Coisas, 2012. Gesso e porcelana, 15,5x11x14cm. O Peso das Coisas, 2012. Gesso e borracha, 27x19x18cm. Yemanjá da Banheira, 2012. Gesso e plástico, 13x23x15cm.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

O Triunfo do Contemporâneo: 20 anos do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul

De 6 de março a 22 de abril, 150 obras de mais de 60 artistas da coleção do museu cobrem o grande hall e as galerias térreas numa iniciativa que comemora a trajetória do MAC-RS. O curador da exposição é Gaudêncio Fidelis, fundador e primeiro diretor do museu. O Triunfo do Contemporâneo apresenta obras por meio de um recorte panorâmico de grande envergadura e teor artístico. A proposta curatorial utiliza estratégias para constituir novas possibilidades de leitura, recepção, interpretação e associações contextuais que mostram de maneira criativa o potencial dos artistas representados na coleção. Entre as obras selecionadas do acervo do MAC, destacam-se os trabalhos dos artistas: Britto Velho, Carlos Fajardo, Daniel Escobar, Dudi Maia Rosa, Eduardo Haesbaert, Gilda Vogt, Iole de Freitas, Leopoldo Plentz, Lia Menna Barreto, Cibele Vieira, Karin Lambrecht, Fernando Lindote, Marina Camargo, Pablo Lobato, Romanita Disconzi, Tânia Resmini, Sandro Ka, Yuri Firmeza, Mário Röhnelt, Milton Kurtz e Nuno Ramos. Aberta ao público de 7 de março a 22 de abril Santander Cultural Porto Alegre Entrada Franca Fonte: Site Santander Cultural

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Lo que me Mira?

Lo que me Mira, 2012. Gesso e borracha, 29x8x7cm.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Novos trabalhos

Prosinha | 2012 | borracha e porcelana | 11x12x16cm

Tamanho e Documento | 2012 | porcelana | 10x17x5,5cm

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Labirintos da Iconografia


Labirintos da Iconografia

A exposição Labirintos da Iconografia mostra obras de 82 artistas localizadas no período entre o final do século 19 e a contemporaneidade que se encontram nos acervos do Museu de Arte do Rio Grande do Sul e outros acervos de instituições, assim como em coleções particulares e também obras provenientes das coleções de artistas contemporâneos. Este período coincide com aquele do acervo do Museu de Arte do Rio Grande do Sul. A exposição irá propiciar um processo de verificação conceitual das interligações e cruzamentos em uma relação comparativa com o perfil do acervo do Museu de Arte do Rio Grande do Sul, ao mesmo tempo que articular novas possibilidades de reflexão sobre o próprio acervo da instituição e sua envergadura.

Para esta exposição foi adotado um modelo labiríntico de organização curatorial, onde o visitante irá percorrer o trajeto das obras de uma forma não cronológica, possibilitando assim que este construa suas próprias vias interpretativas estabelecendo novas relações históricas e artísticas.

A curadoria da exposição foi realizada através de justaposições, confrontos e paralelos entre períodos, escolas e gêneros diferenciados, onde uma obra estará sempre ligada a outra e/ou a um conjunto de obras. No estabelecimento destas relações foi colocado uma ênfase em questões conceituais, estéticas, históricas, técnicas e ainda outras abordagens como gênero e classe, que sejam frutíferas para potencializar e expandir o significado de cada uma das obras presentes na exposição. As escolhas foram realizadas como forma de quebrar pressupostos canônicos que fundamentam as hierarquias entre obras, definindo-as como tendo maior ou menor importância em uma escala de valores estéticos, culturais e históricos. Metaforicamente falando, como um fio de Ariadne, os procedimentos curatoriais adotados irão propor ao visitante possíveis pistas para que este, ao visitar a exposição possa extrair dela a melhor experiência no espaço do museu, construído suas próprias decisões interpretativas.

Da mesma forma que tais obras estão ligadas entre si, a exposição Labirintos da Iconografia estabelece uma clara conexão entre a exposição anterior realizada pelo museu, Do Atelier ao Cubo Branco, com a inclusão de uma obra de Carlos Alberto Petrucci de 1947, intitulada Ateliê e as obras João Fahrion (Interior de Atelier, sem data) e Pedro Weingärtner (Atelier Julien, sem data), que estarão presentes na exposição.

Dando continuidade ao programa de exposições do MARGS instituído nesta gestão, esta é igualmente uma exposição concentrada em obras e não com ênfase em individualidades, salientando a importância de cada uma delas em um campo institucional de geração de conhecimento da produção artística que o museu busca privilegiar. Partindo de uma organização curatorial labiríntica, onde as escolhas das obras foram realizadas para privilegiar uma disposição não cronológica, avançando e recuando dentro do arco histórico definido pela exposição, Labirintos da Iconografia busca privilegiar a convivência entre obras no espaço de exposição produzindo mecanismos de amostragem que venham a enfatizar o potencial artístico de cada uma delas para além de sua aparência inicial. Iconografia no caso desta exposição refere-se a abordagem de um tema ou assunto em termos de conteúdo e imagem. Assim a exposição busca instituir novas relações entre imagens como entidades cujo potencial artístico seja capaz de relacionar obras de períodos e gêneros diversos para muito além da sua especificidade.

A exposição traz um considerável número de obras inéditas do acervo do MARGS que ainda não foram mostradas pelo museu, assim como obras canônicas da coleção, conhecidas do grande público, e ainda obras de outras coleções e artistas contemporâneos.


Labirintos da Iconografia é uma realização do MARGS com o apoio das Tintas Killing, Magazine Luiza, Koralle, Associação dos Caprinocultores do Rio Grande do Sul, Cabanha do Cristiano (Viamão), e da Arteplantas.

fonte: site MARGS
http://www.margs.rs.gov.br/acontece_expo_aberta.php?par_id=197

terça-feira, 14 de junho de 2011

sábado, 25 de setembro de 2010